segunda-feira, 22 de abril de 2013

Comportamento do jovem brasileiro (de 18 a 24 anos)

A Agência de pesquisa Box 1824 fez uma pesquisa com os jovens brasileiros de 18 a 24 anos, pois, a Box segmenta os consumidores pela sua capacidade de influenciar outras pessoas, com base no seu comportamento, nível de informação e na forma como se expressam. Além disso, focou o público de 18-24 anos, considerado hoje o centro primário de influência da sociedade global de consumo. 

Para conhecer a agência:
http://www.box1824.com.br/
Acesso m 21/04/2013 às 17h34

A pesquisa denominada de "o sonho brasileiro", considerou que na  faixa de 18 a 24 anos surge diversos novos comportamentos que impactam outros grupos etários. O jovem de 18 a 24 anos já tem alguma independência financeira e seu comportamento é muito livre e experimental. Seu estilo de vida acaba impactando os mais velhos e os mais jovens.

Pesquisa o sonho brasileiro
Acesso em 21/04/2013 às 18h26
 
O sonho brasileiro. Esse vídeo mortra o escopo da pesquisa.
Acesso em 21/04/2013 às 18h03
 



A Agência fez vários vídeos. O video "todos nós queremos ser jovens" compara o comportamento entre as diversas gerações, a partir dos "baby boomers".

Havia no Brasil (em 2010 época da pesquisa) 25.906.194 de jovens com idade entre 18 e 24 anos. Eles são considerados pela Box1824 como centro primário de influência, pois são antenas para captar o “espírito do tempo”.

A Box1824 considera a faixa etária de 18 a 24 anos como um centro de influência da sociedade enquanto os mais jovens aspiram ser como eles, os mais velhos se inspiram em seus valores e comportamentos.

Muitos movimentos nascidos nessa faixa etária acabam se cristalizando como imagens características da geração jovem de um determinado período. Assim aconteceu com os hippies da década 60 ou os punks da década de 80.

Todos Nós Queremos Ser Jovens
We All Want to Be Young - Legendado
http://www.youtube.com/watch?v=AOJ4fIPdZH0&feature=youtu.be 
Acesso em 21/04/2013 às 20h45


 

 
Outro vídeo interessante da Agência Box1824 é o que compara o comportamento do jovem em relação ao trabalho com as outras gerações.

All work and all play - legendado
 


terça-feira, 16 de abril de 2013

Nosso cérebro não foi feito para pensar!

Essa é uma afirmação para gerar uma discussão, pois, apesar dessa afirmação, pensamos. Essa afirmação é do cientista cognitivo, psicólogo, chamado Daniel Willingham. Você pode obter informações sobre ele em:
 
 
O conhecimento da ciência sobre o cérebro tem avançado neste século XXI e esse conhecimento tem trazido algumas respostas sobre, por exemplo, por que consumimos tais produtos e não outros, como fixar uma marca na cabeça do consumidor, como é feita a decisão de compra no ponto de venda, etc.
 
Aqui, vamos nos preocupar nos fatores que são importantes para o aprendizado, utilizando o que foi colocado pela Ana nas três (3) vídeo-aulas abaixo. Para complementar, caso você tenha interesse sobre ”como você aprende e pode aprender melhor”, sugiro ver o blog:
 
 
A primeira afirmação importante é: Para pensar o cérebro gasta muita energia e, é por isso que pensar cansa. Exemplos de pensamento são: Processo de tomar decisões; Processo de observar, entender e interpretar o que está passando à nossa volta (no ambiente externo em torno de nós).
 
A segunda afirmação é: O cérebro usa de “truques” para economizar energia, ou seja, para evitar pensar.
 
Esses “truques” podem ser observados nas situações em que agimos, sendo que a principal situação eu chamo de piloto automático. Um exemplo fácil de piloto automático é o processo de dirigir um carro. Quem sabe dirigir bem não precisa pensar em trocar as marchas (no caso do carro mecânico), brecar, acelerar, olhar no retrovisor, etc. Tudo acontece automaticamente.
 
Se você observar a quantidade de coisas que você faz mecanicamente, ou seja, automaticamente, perceberá que essa quantidade é imensa e a maioria das pessoas não tem consciência disso.
 
Outro “truque” é a memória. Essa comprovação pela neurociência é recente. Ficou famosa a disputa entre a Coca Cola e Pepsi. Em um teste cego, quando o experimentador bebe o refrigerante sem ver a marca a maioria, escolheu a Pepsi como a mais saborosa. Quando a marca era visível, a maioria escolheu a Coca Cola como a mais saborosa.
 
A explicação é que quando as pessoas bebiam sem saber qual era o refrigerante, o cérebro tinha que fazer um julgamento e tomar uma decisão, o que consumia muita energia. Mas, quando as pessoas viam o rótulo com a marca, para economizar energia o cérebro ia direto para a memória e trazia a vivência do gosto da Coca Cola guardada na memória. Como a maioria preferia e bebia Coca Cola havia mais pessoas com boa recordação da Coca Cola do que da Pepsi. É uma constatação desconcertante: Depois de se habituar a beber uma marca, bebe-se o rótulo, e não o líquido.
 
 
 
Seu cérebro não foi feito para pensar!
Acesso em 12/04/2013
Como aprendemos? Uma animação para tirar todas as dúvidas
 
Veja na video-aula by Ana abaixo, que durante o processo de aprendizagem as pessoas usam duas partes da memória. A primeira é a memória de longo prazo, que a memória que contém as coisas que a gente já sabe. Isso significa que para você saber algo, é necessário que esse algo fique gravado na sua memória de longo prazo.
 
A segunda é a memória de trabalho. No esquema da Ana vê-se que a memória de trabalho é bem pequena comparada a memória de longo prazo. É a memória de trabalho que funciona primeiro, com ela raciocinamos e aprendemos.
 
O que estimula a memória de trabalho é o ambiente externo que nos cerca, e que constantemente nos estimula. Por exemplo, uma propaganda estimula (e muito) a pessoa que está vendo, através dos sentidos.
 
A memória de trabalho quando recebe uma informação ela vai ver o que já existe do assunto na memória de longo prazo, para trazer o que estiver lá para a consciência. E, assim, quanto mais vezes se faz a conexão entre as duas memórias, mais informações ficam gravadas na memória de longo prazo e mais você conhece tal assunto.
 
A Ana coloca: “Então o que esta animação mostra para a gente? Primeiro que a gente precisa de estímulos externo para aprender”.
 
Segundo, que “a gente tem uma limitação bastante severa na nossa capacidade de aprender. Desta forma, a gente deve respeitar esta limitação aprendendo ou estudando um pouco de cada vez”.
 
Terceiro, “além disso, a gente tem que repetir o processo de fazer a conexão entre uma informação que já está na memória de trabalho e uma informação nova algumas vezes. Isto para que está conexão fique forte o suficiente para passar a fazer parte da memória de longo prazo.

 
 
Como aprendemos Uma animação para tirar todas as dúvidas
Acesso em 15/04/2013
 
Pode a aprendizagem gerar prazer?
 
Na atual visão do Marketing consumir requer um aprendizado, Os pontos de venda não são vistos mais como um lugar para vender. Atualmente, os pontos de venda e de prestação de serviços são vistos como o espaço da experiência do consumo, do relacionamento, das soluções, da conveniência, ou seja, o espaço onde o consumidor vai construir seu hábito de consumo.
 
Como vimos antes, hábito se relaciona com a memória. Logo, o estudo de como se aprende, serve só para a pedagogia, mas também para o Marketing.
 
Na vídeo-aula a seguir, Ana aborda o tema da formação de um hábito como forma de uma pessoa economizar a energia do pensar. Para o Marketing é o que há de melhor, pois quando você se habitua com um produto, não pensa mais nele, a memória sempre leva vantagem e assim, habituado, você se torna “fiel” ao produto.
 
Por isso, que o tema "como aprendemos" é importante.
 
Existe uma característica que nos ajuda a enfrentar este desafio de aprender. É a curiosidade. A curiosidade leva as pessoas a resolver problemas, mas somente em uma condição, na situação em que elas acreditam que elas vão conseguir. Essa crença em conseguir resolver é a motivação.
 
Conforme a Ana, “a aprendizagem vai acontecer quando o nível do desafio está no nível correto daquela pessoa que está aprendendo. O que quer dizer está no nível correto? Se for muito fácil fica chato, e se estiver muito difícil é frustrante.
 
Assim, então o desafio cognitivo da pessoa tem que estar no nível correto, e se você está no nível cognitivo correto você aprende mais rápido porque você está motivado.
 
Lembre-se que resolver problema gera prazer, isto é uma característica do nosso cérebro e ai você vai saboreando seus sucessos aos poucos e aumentando a sua auto-confiança. Conforme você avança no conhecimento, você pode enfrentar situações mais difíceis.
 


 
Pode a aprendizagem gerar prazer
Acesso em 15/04/2013
 

sábado, 13 de abril de 2013

Criatividade e imaginação para resolver problemas completamente novos

A Ana Lopes uma empreendedora criativa e imaginativa criou um portal. http://www.videoaulasbyana.com.br/, no qual apresenta vídeo-aulas para que as pessoas possam “aprender a aprender na velocidade da internet”.
 
Nunca houve tanta oportunidade e nunca tanta gente se queixou de falta de oportunidade. Esse paradoxo é resultado do aumento da complexidade do mundo, do surgimento de novos problemas.
 
Porém, a Ana, através de suas vídeo-aulas ensina e motiva as pessoas a procurarem ser “donas da própria educação”. Não espere a escola, o professor, o emprego. Vá a luta e aprenda por si próprio.

Na vídeo-aula lá embaixo desse texto, relatando uma entrevista com Sir Ken Robinson, ela mostra algumas mudanças atuais.

Primeiro a idéia de “elemento”. Para Robinson, estar no seu elemento, significa fazer alguma coisa para o qual você tem facilidade de fazer, tem um talento natural e, além disso, ser uma coisa que você adora fazer.

Isso é importante, pois muitos pensadores atuais aconselham a você desenvolver ao máximo o seu melhor talento, apesar que há quem não concorde com o conceito de talento. A razão da discordância é que a neurociência do século XXI, que está pesquisando o funcionamento do cérebro, tem chegado a resultados surpreendentes.

Conforme a Ana, uma dica para você saber se está no seu elemento é que quando você faz alguma coisa que gera um cansaço físico ou cansaço mental, mas no final do dia você se sente energizado espiritualmente, provavelmente você está no seu elemento.

Existe muito pouca coisa em português sobre as idéias de Sir Ken Robinson, assim, essa vídeo-aula é muito útil.

Robinson diz que há uma supremacia do conhecimento teórico sobre o conhecimento prático, e que, de maneira geral, todas as pessoas acabam sendo medida e julgada pelo modelo acadêmico, que enfatiza o conhecimento teórico.

Assim, aquelas pessoas que eventualmente não tenham um talento para a academia, mas tenham outros talentos, acabem sendo consideradas como cidadãos de segunda classe e sendo colocadas a margem da sociedade.

Robinson propõe que a educação seja capaz de celebrar a diversidade de talentos. Não colocar uma hierarquia de valores, hierarquia de talentos, fazendo uma distinção entre tais talentos mais nobre e outros talentos menos nobre.

Qual as raízes históricas dessa situação do sistema educacional?

Robinson diz que esta situação começa no Iluminismo. O objetivo do iluminismo era combater conjunto de superstições da Idade Média. Como o iluminismo fez este combate? Privilegiou o raciocínio lógico e o empirismo, ou seja, a evidência experimental. Estas duas coisas combinadas dão origem ao racionalismo científico, ou seja, só existe aquilo no qual eu consigo raciocinar logicamente com base em evidências experimentais.

Robinson diz que este modelo foi muito bom para a época da revolução industrial, pois preparava o tipo de pessoa que ela estava produzindo, no entanto, não funciona mais nos dias de hoje.
 
E qual a saída?

Robinson enfatiza o papel importantíssimo da imaginação e da criatividade no mundo que está por vir ai. Quando mais imaginativo você for, mais possibilidade de futuro você consegue criar na sua cabeça. A criatividade, para Robinson é simplesmente a imaginação aplicada.

Como não se tem a menor idéia de como serão os próximos anos, a melhor maneira de preparar esta geração é fazer com que elas sejam criativas, imaginativas. Para que, desta forma, possam resolver problemas completamente novos.

Palavras que estão em voga atualmente: Criatividade e Inovação.

Veja a vídeo-aula agora, faça anotações do que você estiver aprendendo.
 
 

E para enteder melhor as idéias de Sir Ken Robinson veja essa humorada palestra dele até o fim e tome notas.







A vídeo-aula pode ser acessada pelo link:
Educação precisa rimar com imaginação entrevista com Sir Ken Robinson
http://www.videoaulasbyana.com.br/sir-ken-robinson-entrevista/
Acesso em 13/04/2013

Filosofia "aqui y ahora" por José Pablo Feinmann

Filosofia aqui e agora é um programa da televisão do governo Argentino, conduzido por José Pablo Feinmann, que começou em 2008 e permanece ativo até agora.

A primeira temporada de 13 programas falou de pensadores como Descartes, Kant, Hegel, Heidegger, Marx, e Sartre. Atualmente, Feinmann apresenta uma temporada especial após de cinco temporadas já realizadas.

O importante dessas vídeos aulas é a oportunidade de pensar sobre as idéias dos filósofos apresentadas e construir uma base a partir do qual pode-se ir aumentando o conhecimento filosófico, concordando ou não com Feinmann.

Para Feinmann Sartre tem uma frase das mais fundamentais de toda a história da humanidade: "Cada homem é aquilo que ele mesmo fez com aquilo quem fizeram dele."

Conforme Feinmann, desde que nascemos fazem algo de nós; nascemos e nos falam, nos dão uma língua, e nós a recebemos, como esponjas, palavras. Quando começamos a falar, dizemos o que? Dizemos as palavras que nos disseram, ou seja, não temos então uma linguagem autenticamente nossa; apenas acreditamos que dominamos uma língua e essa língua nos domina.
 
Algum dia teremos que dizer uma palavra que seja nossa, e essa será a nossa liberdade. Assim, a linguagem que nos condiciona, o ambiente político-social que nos condiciona, tudo isso é verdade, que seja; mas, a partir de algum momento, temos que ser nós mesmos responsáveis pela nossa vida, porque somos o que escolhemos ser.

  

 
O que chama atenção é que esses programas são do portal “Encuentro” que é do ministério da Educação Argentina. No Brasil há o portal “Central de Mídia MEC”. Faça você mesmo as comparações.

Para encontrar os programas no portal Encuentro é só acessar o link e se inscrever no site.
Acesso em 13/04/2013

Para acessar a Central de mídia do MEC click em:
Acesso em 13/04/2013

Como a base do pensamento de Feinmann é materialista e histórica (sem a simplicidade do determinismo) seus vídeos podem também ser encontrados no blog: o povo na luta faz história.
Acesso em 13/04/2013

Perspectiva futura da educação básica no Brasil


Como eu estava pesquisando o tema flipped classroom, encontrei essa apresentação do Engº Yuki, que coloca o tema dentro de um contexto maior. Assim, como essa apresentação do Prezi é pública, resolvi comentar e compartilhar no meu blog.

O Engenheiro e Mestre em Engenharia, Mauro Mitio Yuki, Diretor-Geral e Consultor da Nortia Consultores Associados fez uma apresentação chamada Perspectiva futura da educação básica no Brasil, com data de 22 de janeiro de 2013, ou seja, muito recente, sendo que o Sr. Carlos Yukimura compartilhou no Prezi, que é um software online de apresentação mais moderno e mais interessante que o Power Point, pois usa o conceito de Mind Map do inglês Tony Buzan.

Click para ver apresentação.
Perspectiva futura da educação


A apresentação é dividida em sete (7) blocos:
1.    Seis (6) cenários (da educação)
2.    Políticas públicas no Brasil (sobre educação)
3.    Educação de qualidade
4.    Sistema de educação
5.    O desafio
6.    Inovadores – modelos de escolas (onde a flipped classroom é apresentada)
7.    Aprendizagem

A mensagem da apresentação é colocada pela afirmação: A verdadeira viagem de descoberta consiste em não buscar novas terras, mas ver com novos olhos.

No tema cenários para o futuro da educação mundial são colocadas seis perspectivas, bem como, as políticas públicas em vigência no Brasil atualmente, e comparações do estudante brasileiro com outros de outros países.

Em uma colocação provocante, creditada a Martin Carnoy da Universidade de Stanford, lê-se: "Pais de escolas de elite (no Brasil) pensam que estão dando ótima instrução aos filhos, mas fariam melhor se os colocassem em uma escola pública de classe média do Canadá." Não é de surpreender, pois muito já foi dito sobre a baixa qualidade da educação no Brasil.

Por outro lado, é importante entender que "a educação é agora a prioridade econômica número um na economia global atual". (frase creditada a John Naisbitt, autor de Megatrends). Também não é de surpreender, pois é sabido que a competição global de um país baseia-se na educação do seu povo.

No bloco Educação de Qualidade pode-se ler “a evidencia disponível sugere que o principal impulsionador das variações na aprendizagem escolar é a qualidade dos docentes”. Isso é muito importante quando se analisa o processo de admissão de um professor em uma escola (incluindo aqui as universidades), pois a grande questão é: O que é um professor de qualidade? Como se mede isso?

Considerando a afirmação, "A qualidade de um sistema educacional não pode ser maior que a qualidade de seus professores", uma comparação entre o processo de escolha de professores no Brasil e nos países desenvolvidos é importante, principalmente quando se sabe que escolher bons profissionais é uma das políticas mais disseminadas entre os países de alto desempenho.

Um ponto muito interessante na apresentação é o conceito moderno e importante para o marketing de experiência do consumo. É colocada a frase: “Em última análise, melhorar o desempenho do sistema se resume a melhorar a experiência de aprendizado dos alunos em sala de aula”. A experiência do consumo tem sido analisada pelo marketing no sentido de melhorar essa experiência. Isso já vale atualmente, por exemplo, para hotéis, companhias de aviação, e por que não para escolas e universidades?

O desafio a ser enfrentado é que os alunos são diferentes, Cada aluno tem uma forma diferente de aprender, estilos de aprendizado diferentes, tipos de inteligências diferentes e tempos diferentes de aprendizado, apesar de que estas idéias estão sendo questionadas conforme a neurociência vai se desenvolvendo no século XXI.

Na questão tipos diferentes de inteligência é colocado o conceito de inteligências múltiplas do psicólogo Howard Gardner de Harvard que é um pioneiro nesse campo.

Para Gardner existe 8 tipos de inteligências:
1. Lógica-matemática: A capacidade de calcular, quantificar, elaborar proposições e hipóteses e realizar complexas operações matemáticas: Albert Einstein.
2. Lingüística: A capacidade de pensar em palavras e de usar a linguagem para dar expressão a significados complexos: Machado de Assis.
3. Corporal-Sinestésica: A capacidade de manipular objetos e de refinar habilidades físicas: Pelé ou Michael Jordan.
4. Musical: A capacidade de distinguir e criar movimento, melodia, ritmo e tom: Wolfgang Amadeus Mozart.
5. Naturalista: A capacidade de observar padrões na natureza, identificar e classificar objetos e entender sistemas naturais e sistemas produzidos pelo homem: Rachel Carson.
6. Intrapessoal: A capacidade de construir uma auto-percepção refinada e de usar este conhecimento no planejamento e determinação da própria vida: Sigmund Freud.
7. Espacial: A capacidade de pensar em formas tridimensionais, de perceber imagens externas e internas, de recriar, transformar ou modificar imagens, de transportar a si mesmo e a objetos pelo espaço, de produzir ou decodificar informação gráfica: Oscar Niemeyer.
8. Interpessoal: A capacidade de entender e interagir efetivamente com outros: Madre Teresa de Calcutá.

Para conhecer o pensamento de Gardner veja os vídeos da palestra dada no Brasil 17 de agosto de 2009.

Fronteiras do Pensamento:
Howard Gardner parte 1
Howard Gardner parte 2

No tema Inovadores, destaco o conceito de flipped classroom, (classe invertida) é uma classe em que as aulas expositivas são vistas em casa e o tempo de aula é usado para trabalhar no que se costumava ser atribuído como dever de casa. É um conceito que está evoluindo muito, principalmente pelo uso de vídeo aulas.
 
A Unesco (1998), em seu relatório Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, enfatiza os quatro pilares para um novo tipo de educação conforme Edgard Morin:

1. Aprender a conhecer,
2. Aprender a fazer,
3. Aprender a conviver e
4. Aprender a ser.

E, finalmente, quais serão as habilidades e competências para o Século XXI?

Para os professores:
1. Estar sempre atualizado com o que há de mais moderno,
2. Saber usar a tecnologia para melhorar o aprendizado,
3. Admitir não ter as todas as respostas,
4. Ser parceiro do aluno e aprender com ele,
5. Continuar mantendo a autoridade sem ser autoritário,
6. Procurar melhorar a experiência de aprendizagem dos alunos em sala de aula.
 
Para os alunos
1. Pensamento crítico e resolução de problemas,
2. Pensamento sistêmico,
3. Tomar decisões embasadas em diferentes formas de evidencia,
4. Colaboração através de redes,
5. Liderar pela Influência,
6. Agilidade e adaptabilidade,
7. Iniciativa e empreendedorismo,
8. Comunicação oral e escrita eficaz,
9. Acesso e análise de informações complexas,
10. Curiosidade e Imaginação.

Link da apresentação:
Acesso em 11/04/2013
Apresentação em 22 de janeiro de 2013