Como um professor da área de Marketing, atento ao
comportamento dos consumidores, desde dezembro de 2010, descobri que meus
alunos estavam acessando mais a internet.
Dois fatores provavelmente contribuíram para um maior acesso.
O primeiro foi o crescimento do uso dos dispositivos móveis,
tais como notebooks, tablets, smartphones, que facilitam o acesso a qualquer
momento.
O segundo foi que uma nova geração chegou à universidade. Esta
geração está sendo chamada por vários nomes. Eles podem ser os últimos membros
da geração X, ou estamos diante de uma nova geração. Para mim, nesse momento, são
os alunos de 18 a 24 anos.
Em função do maior acesso à internet, criei no início de 2011,
um site, Facebook, Linkedin, Twitter, Gmail, e esse blog, para aprender como as
coisas funcionam.
E o que eu aprendi?
Aprendi que está surgindo um olhar completamente novo sobre
o aprendizado humano, tanto o aprendizado de conhecimentos e habilidades, como
o aprendizado de consumo.
Com a tecnologia atual, a neurociência entra dentro do
cérebro enquanto ele funciona. Serve tanto para compreender como se aprende
matemática, ou como se aprende a consumir um produto.
Quem quiser saber mais sobre neuromarketing veja os vídeos postados
no final deste artigo.
No campo do ensino, aprendi o mesmo que Daphne Koller (professora
de Stanford e cofundadora do Coursera, plataforma on-line que reúne cursos de
16 grandes universidades de todo o mundo) apresenta no vídeo abaixo: O que
estamos aprendemos com a educação online.
Veja com atenção. O mundo está mudando e a educação também.
Aprendi que devemos gastar mais tempo estimulando meus alunos a usar a criatividade, a imaginação, de forma que possam solucionar melhor seus problemas, e, por conseqüência, os problemas profissionais.
Assim, o uso de um ambiente virtual de aprendizagem – AVA possibilita
oferecer vídeos-aulas aos alunos de forma a introduzi-los em novos temas e a
procurar o conhecimento.
Aprendi que o envolvimento do aluno em trabalho em grupo
(study group) é importante para o aprendizado dele. A produção de vídeos e
outros materiais de comunicação ajudam o aprendizado.
Aprendi, com as auto-avaliações, que solicito aos alunos em
todo final de semestre, que eles têm noção de quanto aprenderam e quanto se
comprometeram com o próprio aprendizado.
Aprendi que grande parte do desinteresse pelo aprendizado
está na falta de motivação que uma aula expositiva causa (igual às do século
XIX). Vejo muita gente pensando alternativas para ela. O conceito de Flipped
Classroom é um deles.
O que eu aprendi NÃO É NOVO, muita gente já sabia ou já
fazia. Então, o que mudou? Resposta: a tecnologia. Se não fosse ela você não
estaria lendo este artigo.
CONCLUSÃO FINAL:
As vídeos-aulas estão aparecendo em profusão na internet e
vão revolucionar o ensino. Nunca houve tanta oportunidade para aprender e para
ensinar.
Veja os links:
Veja os links:
Outra possibilidade para o ensino são E-books grátis.
Livros infantis
Para quem quer conhecer o Neuromarketing.
Resumo em formato videocast do livro Buyology, de Martin Lindstrom. Postado em 07/06/2011 por Vasco Gaspar, um português formado em Psicologia pela Universidade de Coimbra.
Vídeo publicado em 23/03/2013 por Jurgen Klaric, autor do
livro Estamos Cegos (Editora Planeta, 258 pp., R$ 29,90).
Neuromarketing por Jurgen Klaric americano que fala em espanhol
Jürgen Klaric, norte-americano, é um dos três conferencistas de marketing e inovação mais escutados em todo o mundo. Foi fundador e presidente do Mindcode Group, a maior e mais importante empresa de inovação, neuromarketing e ciências sociais em nível internacional.
Jürgen Klaric, norte-americano, é um dos três conferencistas de marketing e inovação mais escutados em todo o mundo. Foi fundador e presidente do Mindcode Group, a maior e mais importante empresa de inovação, neuromarketing e ciências sociais em nível internacional.
Klaric ensina os 10 princípios para conhecer o subconsciente
do consumidor. Para inovar é necessário conhecer profundamente o consumidor.
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